domingo, 18 de maio de 2014

ATIVIDADES EM NATAL e EM PORTUGAL

No último dia 15 de maio, estive na UFRN, participando do XIX Seminário de Pesquisa, para falar sobre “Turismo e Cultura: Questões Contemporâneas”, para uma plateia muito fraterna de graduandos e mestrando em Turismo.  Ótimo momento!


Em abril último, também participei do I Congresso Internacional - Animação Sociocultural, realizado em Golegã, Portugal, para falar sobre “São João do Porto: Imbricações. Patrimônio Imaterial, Turismo, Animação Sociocultural e Desenvolvimento Local”. No trabalho apresento resultados de seu estágio pós-doutoral na Universidade Católica Portuguesa, orientado pela professora Isabel Baptista. 

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE



Dois momentos especiais na UFS: primeiro, a fala para os alunos do Curso de Turismo, organizada pela Prof. Mariana Selister Gomes. Depois, a banca de doutoramento de Denio Santos Azevedo, com a tese intitulada "Turismo, Patrimônio e Identidades Consumo: Construindo Sergipanidades". Fiquei honrada em participar dos dois momentos especiais.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

LIVRO SOBRE HISTÓRIA DO TURISMO





O livro História do Turismo no Brasil, organizado pelos professores Celso Castro, Valéria Lima Guimarães e Aline M Magalhães, em edição da FGV Editora, foi lançado durante o Simpósio Nacional de História (ANPUH), no último mês de julho. Da publicação consta o artigo “Festa Nacional do Champanha: uma contribuição à história dos eventos”, assinado por mim, com Mariana Schwaab Machiavelli. 
História do Turismo no Brasil é resultado da reunião de 2011 do Simpósio Temático “História e Memória do Turismo”, parte do evento nacional da ANPUH. O mesmo Simpósio voltou a se reunir em 2013, nesta edição sob a coordenação de Celso Castro e minha, Susana Gastal.

domingo, 21 de abril de 2013

IMAGEM, ARTE E CULTURA






O livro Imagem, Arte e Cultura, organizado por Alexandre Santos e Ana Maria Albani de Carvalho, foi oficialmente lançado no último dia 17. No dia 18, um Seminário reuniu os autores, para ampliar a discussão presente nos textos que compõe a publicação. No livro editado pela Editora UFRGS, assino o texto "O campo cultural no Rio Grande do Sul: O designer Ernest Zeuner". Na mesa, com Alice Trusz, Charles Monteiro e Alexandre Santos. 


sábado, 8 de setembro de 2012

Dissertação de Luciana de Castro Neves Costa é destaque na ANPTUR

Luciana e Ana Carolina, premiadas no Dissertação Destaque da ANPTUR 2012



Luciana de Castro Neves Costa, minha orientada no PPGTUR-UCS,  teve sua dissertação incluída pela ANPTUR 2012, entre as  sete melhores pesquisas realizadas nos Programas do Brasil em Turismo e Hospitalidade, em 2011, com um honroso quinto lugar. O segundo lugar ficou com outra aluna do Programa em Turismo da UCS, Ana Carolina de Oliveira. Abaixo, a relação completa dos indicados.


 

TÍTULO DA DISSERTAÇÃO

AUTOR

Da Pedagogia da Hospitalidade no Turismo ao Turismo pela hospitalidade

Ana Carolina Rodrigues Melo de Oliveira

Análise dos Stakeholders e Gestão dos Meios de Hospedagem: Estudo de Casos Múltiplos Na Vila do Abraão, Ilha Grande, RJ

Érika Sayuri Koga

Turismo e Paisagem Cultural: para pensar o transfronteiriço

Luciana de Castro Neves Costa

Planejamento Participativo: Uma Análise do Turismo de Uruçuca – Bahia

Mayne da Silva Santos

O Processo de Comunicação nos Destinos Turísticos: Um Diagnóstico de Balneário Camboriú, SC, Brasil

Pablo Flôres Limberger

Campos do Jordão (SP): De Estância de Saúde à Estância Turística

Priscyla Christine Hammerl

A Competitividade das Destinações Turísticas: O Caso de Foz do Iguaçu (PR), Brasil

Thays Cristina Domareski Ruiz








quarta-feira, 5 de setembro de 2012

NOVO RESGATE HISTÓRICO: EMILIO SESSA, PINTOR



Um certo Emílio Sessa
Susana Gastal
Coordenadora Editorial

Quem é Emílio Sessa?
Foi essa a pergunta mais ouvida por nós, ao longo dos oito meses em que o projeto do livro, que você agora tem em mãos, foi desenvolvido. Apesar de ter sido parceiro de Aldo Locatelli em muitos trabalhos, entre 1948 e 1965, período em que trabalhou no Brasil, a figura de Sessa foi ofuscada pelo brilho de seu companheiro nas lides artísticas. Talvez por mais tímido, talvez por menos disponível para as lides da vida social, talvez por seu retorno prematuro para a Itália, a figura de Sessa ficaria relegada por várias décadas.
Enquanto o ostracismo cobria de silencio o criador, a criação perfilava-se exuberante diante dos olhares mais atentos, embelezando os espaços internos das catedrais de Pelotas e Santa Maria, do Palácio Piratini, sede do governo de Estado, e de muitos outros espaços pelo Rio Grande do Sul. Nelas, florões, guirlandas, pinturas fingidas, dentre outros elementos pictóricos, materializam o sagrado e o profano,  dando-lhes cor, brilho e vida.

Mas, quem é Emílio Sessa?
Atento, arguto, olho treinado pelas e para a beleza da arte presente em fachadas e interiores, Arnoldo Dorberstein foi o primeiro a se inquietar com a pergunta e a buscar resposta. É dele o texto “A trajetória e a formação europeia”,  em que nos apresenta o ambiente artístico na cidade de Bérgamo, onde o artista foi formado: filho de Annibale Sessa, pintor conhecido no local, seguir a profissão do pai foi decorrência natural. O que não impediu a que fosse estudar nas melhores oficinas, com os mestres mais qualificados.
Mas, feito artista numa terra reconhecida por honrar à arte e aos artistas, por que viria para o Brasil?  Maria Helena R. Montardo e Nilo Sérgio V. Montardo nos descrevem o cenário que motivou a mudança: uma Europa exaurida pela guerra, de um lado, e, aqui, um país em um bom momento econômico e em condições de contratar artistas no Velho Continente.
Trazido ao Rio Grande do Sul pela mão do bispo de Pelotas, D. Antônio Zattera, e com as bênçãos de Angelo Roncalli, que tempos depois viria a ser o Papa João XXIII, um trabalho puxou o outro. E Sessa vai de Pelotas a Porto alegre, de Santa Maria a Santo Ângelo. Por onde passa os espaços ganham dimensões inesperadas, como relatam Eliane Silva,  Anna Paula Boneberg N. dos Santos e Maria Regina Lisbôa. Do filho, Franco Sessa, vem o depoimento comovido, a partir da intimidade com o pai pintor.

A Cronologia do artista coloca-se aqui, não como um segmento acessório, mas como um capítulo em si e de fundamental importância. Primeiro, porque a linha de tempo, costurando os dados dispersos nas falas dos diferentes autores, traça um amplo painel cronológico e imagético, do percurso de vida e de arte de Emílio Sessa. Segundo, porque a proposta editorial do Instituto Cultural Emílio Sessa, responsável por essa edição, envolve pelo menos mais dois volumes em torno da produção do artista e, enquanto eles não chegam, a Cronologia permitirá ao leitor uma visão completa da trajetória do artista.
Os textos que compõe esse livro estão cheios de paixão e pressa. Paixão porque, uma vez em intimidade com a arte de Sessa, é impossível ficar imune ao fascínio que a mesma exerce. Pressa, porque é necessário resgatar a dívida histórica que temos para com ele.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

TURISMO: PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO E CAPACIDADE DE GESTÃO


Está nas livrarias o livro Turismo: Planejamento estratégico e capacidade de gestão (Editora Manole), organizado pelo Prof. Mário Beni. São quarenta autores, com diferentes enfoques no que se refere à gestão, passando por planejamento, sustentabilidade e políticas públicas. Tenho a honra de participar desse seleto grupo, assinando capítulo intitulado “Turismo e Cultura: aproximações e conflitos” (p. 235-255).

Nas palavras iniciais do artigo, coloco: “Aproximar o Turismo e a Cultura significa colocar em diálogo dois termos complexos. Por Turismo se pode entender desde as definições clássicas, exigindo a presença do deslocamento e do pernoite em locais diferentes daquele de moradia, até o estranhamento atual do morador de grandes centros urbanos, que desconhece sua própria cidade e, quando a percorre, acaba por se submeter às mesmas sensações por que passa o estrangeiro, quando fora de seu domicílio. A Cultura também apresenta complexidades, não só nos estudos e teorizações acadêmicos, mas também nas suas práticas, ambos impregnados por uma herança colonial muitas vezes ainda presente, levando ao consumo e valorização de bens simbólicos do dominador, em detrimento daqueles produzidos na própria comunidade. (...)."